Mirage Vol2

Conceito visual e arte digital para capa do livro Mirage Vol2 que integra o projeto independente de ficção e narrativa multimidiática colaborativa da editora Coverge. [Visual concept and digital art for the cover of the book Mirage Vol2 that integrates Coverge's independent collaborative and multimedia narrative fiction project.] @coverge

AcidNeon

Conceito visual e arte digital para capa do livro Acid Neon que integra o projeto independente de ficção e narrativa multimidiática colaborativa da editora Coverge. [Visual concept and digital art for the cover of the book Acid Neon that integrates Coverge's independent collaborative and multimedia narrative fiction project.] @coverge

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Conceito: "Se nós não as vemos, não significa que não estão lá" - Sean Carroll, sobre as dimensões ocultas. Sobre uma dimensão que se move apenas em um sentido - como um fundo sólido, temos uma nova dimensão em uma camada superior, linhas que percorrem perspectivas diferentes, formando um grid que se encontra em pontos. Em sua superfície, uma terceira dimensão que tem profundidade, textura, e distanciando-se dela, visualizamos seu movimento, um verme, uma corda, uma tira de DNA. Do micro ao macro, as dimensões se intercalam e se sustentam. Uma sobre a outra, uma dentro da outra. Em uma quarta dimensão - o tempo surge. O espaço se reocupa em lapsos genéticos, em repetições e distanciamentos. Em uma evolução invisível mas presente. Fazendo com que todas as outras dimensões coexistam em uma harmonia inesperada. Na dança espacial da vida. Que perpetua, evolui, regride, transmuta - transcende. O legado do construto de algo efêmero, paradoxal e permanente. Através de uma prorpriedade questionável. A quinta dimensão - a memória. Percebida ou não, ela está lá, De algum modo, necessária e incerta, endeusada como a mais poderosa de sua época - seja esta qual for - Mnemosine, a personificação da memória - ainda é a incógnita que nos move - em tempos de determinismo tecnológico e dígitos exponenciais, é a dimensão intangível que envolve genes, evolução e consciência. Porém na era digital - torna-se editável. Dimensões binárias e decimais que estão entre nós o tempo todo. Em todas as camadas. Acredite se quiser, elas estão lá, em algum lugar. Mirage Vol2, é talvez, uma forma de traduzir esse paradigma.

Conceito: Através da visão subjetiva de um andróide semi-humano, circuitos se fundem e se confundem com movimentos em contração e expansão de uma íris orgânico-cibernética. Um respiro latente que calcula de modo metódico a entrada da luz. O calor do sol e o frio da lua em uma aberração cromática com tempo indefinido. Não se sabe se é futuro ou se é passado, pois o tempo entre eles não existe. Existe a latência, programada para adequar-se ao espaço, mensurando perspectivas, ângulos e linhas. Volumes que se formam criando possibilidades de interação. O que se sabe, é que a emoção - ou o que isso representa para uma inteligência artificial - traduz-se em cores que em contrastes, vibram nostalgia, sensações, lembranças. Algo pertencido, mas sem definição aparente. Apenas encontros de imagens, luzes em neon e o gosto ácido de memórias recolhidas. Algo se move rapidamente, um vulto sempre presente, do que se foi e do que se é. Um fantasma de recordações guardadas em dígitos e clusters que preenchem espaços e revelam vazios existenciais. Distopia pura. Ácida e Neon.

Prefácio: Tempo distópico. Ontem e amanhã em um mesmo cenário. Sob a ótica da interação polimidiática, onde tudo se atravessa, se mistura, se complementa, interfere. Se conecta. Em forma de escrita, seres convergem e divergem. Pensamentos, sonhos lúcidos, viagens espaço-temporais, em sinergia de neurônios e sinapses ácidas com sabor de neon. Cibercultura popular, contracultura digital. Autores de uma nova era e geração influenciados por referências que se intercalam com vivências. Narrativas de um futuro próximo ou de um passado distante? Quando estamos? Quando é agora? Um segundo no cosmos e dezenas de histórias que se encontram. Entre dróides, humanos, robôs e inteligências variadas, repertórios se conectam através da cultura plural de um país com suas histórias, desejos, necessidades e olhares distintos, conduzidos pela narrativa alternativa de suas vozes no eco do espaço. Propagando. Em busca de alguém que dê sentido, materializando e visualizando o intangível. A criatividade de quem conta e de quem lê, transmutando em interpretações virtuais de uma simulação real - a criação de universos em páginas eletrizantes. Leitura ótima para se fazer em um monorail , ao som de um sonar sentido simulacro. Tomando um daqueles drinks neon enquanto se chega ao paradoxo.

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